Negligência na Hapvida: morte de grávida e gêmeas geram comoção na internet
Dez dias após a internação, Amanda apresentou uma piora significativa, com queda de pressão arterial, fraqueza intensa e dificuldade para respirar. Segundo o marido, somente nesse momento foi identificado um quadro grave de infecção. Ela foi submetida a uma cesariana de emergência para a retirada das gêmeas, sofreu uma parada cardíaca durante o procedimento, foi reanimada e encaminhada para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
A família afirma que, durante todo o período de internação, não foi informada sobre a gravidade do estado clínico de Amanda nem sobre o risco de morte. No dia seguinte, enquanto tentava autorização para que uma médica particular pudesse avaliar o caso, Alessandro recebeu a notícia de que a esposa havia sofrido uma nova parada cardíaca e não resistiu.
O sonho de ampliar a família virou um pesadelo e uma tragédia sem tamanho. Amanda Rafaela da Silva Ireno, de 37 anos, grávida das gêmeas Lívia e Laura, perdeu a vida após dar entrada no Hospital e Maternidade Hapvida Rio Amazonas, em Manaus.
O marido de Amanda, Alessandro Oliveira, faz um desabafo emocionante e revoltado.
Ele denuncia que a esposa deu entrada no hospital com sangramento e recebeu o diagnóstico de "aborto inevitável".